08/03/2017
06/03/2017
O Catolicão, por Murilo Mendes
O Catolicão é o título de um fantástico artigo de
Murilo Mendes sobre os católicos de sua época; penso que o texto deve ser de
décadas pré-conciliares, o que indica que o catolicismo já estava em vias de
uma degeneração acentuada. Eis o link para o artigo:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/literatura/article/view/5105/4809
Levado pelo
artigo, procurei menções a Murilo Mendes no diário de Josué Montelo e encontrei
esta pérola, na entrada do dia 20 de dezembro de 1955. Grande Murilo Mendes.
___________________________
Lá fui eu, esta noite, ao programa de
João Condé, na TV Tupi, para ser crivado de perguntas, ao vivo, diante das
câmaras, no calor do estúdio intensamente iluminado.
Antes de começar o programa, sento-me
no lugar que me é destinado, por baixo de grandes lâmpadas que pendem do teto.
Olho-as com receio, no temor de que estourem sobre minha cabeça, e meu temor é
justificado pela experiência de meu programa anterior, naquele mesmo estúdio,
quando o poeta Murilo Mendes, o diplomata Roberto Assunção e eu, convocados
para um debate sobre a cultura brasileira no exterior, fomos colocados ali,
debaixo das mesmas luzes.
E ia em meio o programa, com Murilo
Mendes a discorrer sobre a sua experiência na Itália, quando uma das lâmpadas explode,
fazendo cair sobre a cabeça do poeta uma chuva de pedaços de vidro, sem que ele
deixasse transparecer a menor reação.
Ao fim do programa, perguntei ao poeta: — Como foi que você
conseguiu manter-se impassível, com aquele estrondo e aqueles cacos de vidro?
E Murilo, sério, ainda a sacudir do
paletó os últimos estilhaços da lâmpada:
— Graças a uma certa intimidade com o sobrenatural.
Agora, no programa de João Condé,
depois de lembrar-lhe o episódio, para acentuar que me falta a intimidade de que
o Murilo se desvanecia, pergunto-lhe se posso ter certeza de que não vou
receber o mesmo banho, na hora em que estiver falando.
— Fique tranquilo. Murilo,
por ser santo, tem direito a esses sustos; você, não.
01/03/2017
Palavras do último sermão de Pe. Faber: Quaresma de 1863
"A pior e mais fatal preparação do demônio para a vinda do Anticristo é o enfraquecimento no homem da crença na punição eterna. Fossem estas as últimas palavras que devesse dirigir a vocês, nada eu diria com mais ênfase que isto: que depois do pensamento acerca do Precioso Sangue, não há outro, em toda a nossa Fé, que lhes seja mais precioso e mais necessário que o pensamento acerca da punição eterna"
20/02/2017
Palestra sobre a vida de Pe. Frederick William Faber: próximo domingo, 26 de fevereiro, após a Missa.
Padre Faber foi o fundador e superior do Oratório de São Filipe Neri em Londres. Sua história se confunde com a de grandes católicos convertidos da Igreja Anglicana para a Igreja Católica na esteira do Movimento de Oxford. Tal movimento teve enorme repercussão na Inglaterra no século XIX. A grande figura do movimento foi o beato Newman, de quem Padre Faber era um admirador.
A palestra sobre a vida de Padre Faber acontecerá dia 26/02, após a Missa, que será celebrada na Capela Nossa Senhora do Líbano (Floresta), em Belo Horizonte, MG, às 8h00. A palestra começa em torno das 9h50.
Todos estão convidados.
Quaresma 2017
Sobre as Mortificações Cristãs
30/01/2017
Palestra de lançamento do Livro A Coisa
23/01/2017
Mitos são verdadeiros ou falsos? Descubra!..
Neste debate imaginário, Tolkien e Lewis debatem a questão. Tolkien foi importante na conversão de Lewis ao cristianismo. Infelizmente, Lewis permaneceu no anglicanismo toda a sua vida.
28/12/2016
Palestra de lançamento do livro A Coisa, de Chesterton
Palestra do prof. Angueth sobre o livro A Coisa, de Chesterton. Dia 08/01, após a Missa, que será celebrada na Capela Nossa Senhora do Líbano (Floresta), em Belo Horizonte, MG, às 8h00. A palestra começa em torno das 10h.
Haverá cerca de 30 exemplares à venda, ao preço de R$50,00 cada, que podem ser adquiridos durante a palestra.
Para informações sobre o livro clique aqui.
A Coisa, Por Que Sou Católico?
Autor: Gilbert Keith Chesterton
Tradução, Prefácio e Notas: Antônio Emílio Angheth de Araújo
Editora Oratório
13/12/2016
Incontinência verbal, para dizer o mínimo, é falta grave, Papa Francisco!
12/12/2016
Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós!
10/12/2016
Um presente de Natal inesperado, mas muito, muito importante!
A Coisa, Por Que Sou Católico?
Autor: Gilbert Keith Chesterton
Neste livro Chesterton expõe seu pensamento sobre diversos temas, debates e ideias que vicejavam na cultura inglesa de seu tempo contra o catolicismo, refutando cada uma delas com inteligência, eficiência e compaixão. Em suas próprias palavras, o autor diz a razão pela qual escreveu o livro: "se nesta (minha) existência excessivamente feliz e preguiçosa descubro que meus companheiros de religião estão sendo execrados com insultos por dizerem que sua religião é verdadeira, não seria correto que eu não me colocasse na posição de ser também insultado”.
Sete anos após sua conversão do anglicanismo para o catolicismo, Chesterton se coloca na frente de batalha para ser execrado como seus irmãos católicos, que confessam sua Fé publicamente, numa Inglaterra majoritariamente anglicana e racionalista. A Coisa, - segundo o professor e tradutor do livro Antônio Angheth, - é antes de tudo uma confissão de fé.
Hilaire Belloc, seu grande amigo e companheiro de batalhas, disse a respeito do livro: “De todos os livros de Chesterton, A Coisa é o mais profundo e o mais claro. (...) Estou curioso e até meditativo a respeito do destino provável do livro. Se ele for lido pela geração agora jovem, isso significará que a Inglaterra começa a pensar. Se ele for esquecido, isso significará que a capacidade de pensar está naufragando, pois não há nenhum lugar onde o pensamento e a exposição clara esteja atualmente mais presente do que nesse livro”.
Nos ensaios do livro, Chesterton trata de todos os assuntos na perspectiva do catolicismo: dos seus valores morais, dos seus santos, da sua doutrina, dos seus dogmas, da sua alegria.
Livro: A Coisa, Por Que Sou Católico?
Autor: Gilbert Keith Chesterton
Tradução e Notas: Antônio Emílio Angheth de Araújo
Editora Oratório
Formato: 16X23, páginas: 228, preço: R$ 54,00
ISBN 978-85-64028-03-6
Contatos:
editoraoratorio@gmail.com
contato@editoraoratorio.com.br
www.editoraoratorio.com.br
F: (11) 99138-1860
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14/11/2016
O Papa Francisco e eu
Uso aqui as palavras de Frei Clemente Rojão. Palavras extraordinárias que faço minhas.
Eu nunca julgo o Pontífice Romano, nunca!
Eu páro na fase de me escandalizar apenas e travo feito um Windows, aguardando a eucaristia me dar o divino ctrl-alt-del e rebutar meu sistema de crenças.
(PS - não baixem imediatamente as atualizações automáticas que vieram depois do service pack XII - S. P. XII entenderam? Ainda tem alguns conflitos de versão e back-doors de trojans vermelhos)
22/10/2016
Sidney Silveira, Josué Montello e Bob Dylan
Leio esta frase lapidar de Sidney Silveira: “O homem lúcido
de qualquer época tem sempre a percepção de que este mundo está a desfazer-se,
tamanha é a maldade humana.”
Tamanha
é a estupidez humana, diria eu. E a este propósito, lembro-me do Prêmio Nobel
de Literatura outorgado este ano a um cantor popular americano. Sou lembrado
também, pelas redes sociais, que Ronaldinho Gaúcho ganhou o Prêmio Machado de
Assis, da nossa Academia Brasileira de Letras. Se não me engano, juntamente com
Luxemburgo.
Nessas
conexões futebolísticas, lembro-me de um grande escritor brasileiro, que também
recebeu o prêmio agora conspurcado. Ele foi jogador de futebol na adolescência,
e mudou-se para Belém quando lá foi em viagem com seu time. Estou falando de Josué
Montello, romancista, dramaturgo, contista, etc. Em seu diário, ele anota – em 4
de junho de 1953, pouco antes de completar 36 anos de idade, e na véspera de
receber o prêmio da Academia por seu romance Labirinto de Espelhos – o seguinte.
Penso que o escritor verdadeiro — não o simples amador, que
escreve para demonstrar que possui mais uma prenda, como quem senta ao piano
para tocar de ouvido — só deve pegar a pena, diante do papel em branco, com uma
intenção de eternidade. Intenção, veja-se
bem. Não digo convicção. E dar tudo de si para merecer esse favor de
Deus.
O Labirinto de espelhos ainda
não é o romance que eu posso escrever, quer no tema, quer na técnica
narrativa, quer na forma. É o romance de fora para dentro, e não de dentro para
fora, como deve ser. Desenvolvi o tema, parte para adestrar a pena, parte para
me distrair. E o que eu quero é o romance arrancado de meu sangue e de minha
carne. O Labirinto de espelhos tem mais minha zombaria que meu sangue.
Mesmo nas cenas em que procuro dar vida à Carmencita, prevalece o pendor do
riso. E
não é isso que eu desejo. Pretendo
mergulhar mais fundo na consciência humana. Não quero ser um estilo à procura
de um assunto, como se dizia de Latino Coelho; mas um escritor em busca de um
assunto e de um estilo, ambos a serem
extraídos de minhas mais profundas experiências. Enquanto não me encontro nem
me realizo, leio.
Quantas obras nos teriam poupado os maus escritores se ao invés de escreverem, continuassem lendo.
A Academia Brasileira de
Letras e a Comissão do Prêmio Nobel agora parece entender que literatura é tudo
o que se espalha pelo papel, qualquer conjunto de letrinhas, e mesmo o que se
espalha pelos gramados. Voltamos então à frase de Sidney Silveira, que por um
tempo foi Oliveira.
25/09/2016
ELEIÇÕES E EXCOMUNHÃO OU: O PAROQUIANO BOBINHO E O PADRECO COMUNISTINHA DE MERDA.
Recebo de um leitor um belo texto pré-eleitoral. Que todos fiquem atentos.
Por Marcos Paulo
Vitória de Santo Antão-PE
Aproximam-se as eleições e, com estas também excomunhões.
Milhares! Milhões! Eleições e excomunhões são como vasos comunicantes. São como
a comida que se ingere e o bolor fecal que se expele. Para alguns, os
"efeitos eleitorais" se encerram após uma rapidíssima contagem secreta
de votos por um avançado sotfware. Quem ganhou, sorri, quem perdeu chora. O que
ri, sorri, pois, terá quatro ou cinco anos de sinecura moral, intelectual e
financeira pela frente - não necessariamente nessa ordem, nem tampouco só
estas-, também por que é certo que neste interregno temporal virara
"doutor" e "excelência". O choroso perdedor chora. Chora
porque perdeu tudo aquilo que foi dito acima. Quem ganhou chora, também. Chora
aquele "choro teomaníaco", aquele choro de alegria de se sentir um
eleito, escolhido pelo próprio Deus para retificar a sociedade de cima abaixo
Chorume! São lágrimas de chorume, as de ambos.
No entanto, para um sujeito mais curioso, para um cabra que
não "abandone os fatos à superfície", os efeitos eleitorais -
preponderantemente deletérios - não se restringem só no prestígio perdido e ou
na frustração psicológica. Há um dano maior do que estes, invisível é verdade;
indolor com certeza - ao menos momentaneamente - mas devastador quando
viver-se-á em um "local" onde o movimento não será contado por meio
dos ponteiros de um relógio analógico nem tampouco pelos saltos quânticos do
"césio". Estou falando da eternidade. Eternidade: "temor e
tremor".
Todo este nariz de cera acima foi utilizado por mim para
dizer que um Católico Apostólico Romano não pode votar em certas siglas
políticas que defendam, mesmo que em doses hahnemannianas, aquilo que a Santa
Igreja pontifica serem danosas para a salvação das almas. Salvação das almas!
Quanto tempo não se fala disso nas igrejas, nas campanhas da fraternidade, nos
encontros do clero: "Salus animarum suprema lex est!"
Deve, o Católico, prestar atenção às sopinhas de letras que
componhem certas candidaturas para não incorrer na pena da "excomunhão latae sententae". "Ah!, mas eu
não voto no partido, voto no candidato", dirá um desses experts em
bolinhas de sabão. Estoure sua bolhinha meu filho, não há candidaturas
individuais em nosso regime. Não há o partido do eu sozinho. No mais,
"quem casa com a moça, casa com a família inteira", diz o ditado.
"O padre lá da minha paróquia me disse que a CNBB disse
que devemos votar sempre tendo em vista a "opção preferencial pelos
pobres", diz o obediente católico. Caro paroquiano plagiando e adaptando a
Peppa Pig, eu te digo: paroquiano bobinho! A autoridade da CNBB em
assuntos teológicos é menor do que a de um segurança de prostíbulos. A CNBB é
um mero sindicato. Teologicamente não é nada. Ah, é sim, uma pedra de tropeço
na vida da grande maioria dos católicos que não tendo tempo para se instruírem,
tempo para ler certa leitura especializada, acreditam, o que não deveria ser
diferente, integralmente no que diz o seu pároco na missa dominical. Sabia-se
que no próximo domingo, na próxima missa o padre nos diria A VERDADE:
"Aquela beleza tão antiga e tão nova" da qual falava Santo Agostinho.
Hoje em dia... "Missas" quase não há mais...
Algum enfezadinho já deve estar me rotulando de "blasfemo",
"herético", "caluniador" ou filho de mulher de má fama. Sou
um pobre miserável, pois não. Mas não é por não ter a capacidade de ser um bom
cristão - essa graça Deus já lha deu-me, eu é que sou tíbio mesmo - que vou me
calarei diante de certas omissões que custam uma alma.
Padres, bispos e Papa não devem militar em favor de político
ou sigla alguma. Mas tem sim, o dever irrecusável de dizer quais são os
partidos e políticos que conspiram contra os valores católicos sob pena de eles
mesmos estarem excomungados.
"Mas que violência", dirão alguns; "que
desrespeitoso" dirão outros; "Ele não sabe "dialogar", dirá
o dialogador defensor de totalitarismos; "É um conservador
ultra-direitista", dirão os geógrafos do espectro político. Não precisam
ir tão longe. Eu mesmo me defino: sou um mau católico, um pecador consciente e
que só não irei para o inferno pela intercessão da Sempre Santíssima Virgem Maria
e pela piedade Divina, da Qual tanto abuso. Mas não sou eleitor de abortista,
comunista, socialista, anarquista, liberal, de defensores de direitos animais e
coisas do tipo.
Um pouco de CNBB. Esse negócio foi uma invenção do senhor
Helder Câmara, Padre e Bispo (estes títulos não se podem retirar dele, pois,
são Digitus Dei). Como dele, também, foi a invenção de um tal
"Pacto das Catacumbas". Ele, o dom Helder, juntou-se com mais umas
três dezenas de bispos de todos os continentes no período em que se gestava o
trevoso Concílio Vaticano II para se irmanarem "nesse pacto" que
consiste na cenoura de burro: "por uma Igreja pobre e servidora". Um
mero flatus vocis, ou, em resumo de mesa de bar, "um peido pela
boca" repetido por um monte de bobocas que esquecem o óbvio: para ajudar a
alguém, você tem de ter algo que esta pessoa não possui. Logo, para dar você
tem que ter. Criaram até um símbolo: um anel feito de tucum. Segundo eles, era
para demonstrar a humildade! Mas dizer-se humilde não é uma atitude de não
humildade?
Criada a CNBB, ficou mais fácil fazer a articulação entre os
"bispos humildes" e certos "padres de passeata". É claro
que nem todos os bispos, desde a criação desse troço até hoje eram/acintiam com
o que os dons helderes pensavam. Mas, por questão de polidez, para não ferir os
brios de ninguém, para não confundir os fiéis, se filiaram a estes sacerdotes
celerados, dando assim um ar de oficialidade ao departamento petista para
assuntos "espirituais".
Ao valer-me do vocábulo celerado, não me creiam hiperbólico
nem muito menos difamador. O termo vai na sua mais precisa acepção psiquiátrica
mesmo. Sem temer ser alcunhado de "Alienista" abilolado, à la Simão
Bacamarte, duvido da sanidade mental de quem não veja insanidade em um sujeito
que se diz católico e "reescreve" o Pai-Nosso, onde expressa suas parafilias,
como o "frei" Betto, para quem Deus é pai no céu, mãe na terra e
ambos praticariam um ménage à trois, servindo de oráculos para as
formiguinhas do seu jardim. Toda editora e livraria católicas que publicassem
ou vendessem livros deste maluco deveriam sofrer penas canônicas.
Ele não é o único da "gang" que é doidinho de
pedra.
Peguemos o mais famoso deles, Dom Helder Câmara. Helder
Câmara foi "integralista", Padre, Bispo, comunista, demagogo e tinha
pendores poéticos. Sua poesia é, podemos dizer piromaníaca. Uma das suas
carbonárias estrofes diz: "Sonhei que o Papa enlouquecia/E ele mesmo
ateava fogo ao Vaticano/E à Basílica de São Pedro. Loucura sagrada!" Um
Papa louco? Um Papa clown de Shakespeare? Loucura há. Loucura utilizada
com método científico para desorientar o rebanho católico.
Assim caro leitor católico, quando o padre de vossa
paróquia, em vésperas de eleição, vier com evasivas e diversionismos e ficar
cheio de cuidados, de arrodeios, teorizar muito para responder se um católico
pode votar em pessoas ou partidos que defendam valores anti-católicos, com
certeza apodítica você estará diante de um traidor, pois: "Seja, porém,
o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência
maligna (Mateus 5:37).
Apesar de tudo fiquemos felizes, aquela felicidade católica;
aquela que está "lá", tendo a certeza de que as coisas que
"cá" acontecem são o cumprimento das profecias! "Stat Crux
dum volvitur orbis"! Viva Cristo Rei! Salve Maria!
13/07/2016
Verbum, a nova revista católica.

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04/07/2016
SALVE SEU AMIGO MARXISTA - MOSTRE ESTE VÍDEO A ELE
27/06/2016
As aparições de Fátima e os males do comunismo
Quando Nossa Senhora nos alertou, em Fátima, sobre os males do comunismo e como evitá-los, não tínhamos a menor ideia do que seriam esses males. Hoje nós temos; ah! e como temos!
No vídeo abaixo, vocês verão como a teia comunista se espalha pelo mundo. O Mercado Comum Europeu é a maior teia comunista construída no mundo livre, é uma superestrutura (palavrinha que os comunista adoram!) que esmagará o Ocidente. O grito dos ingleses é o primeiro e esperamos que outros venham de países que ainda não perderam todo o senso comum!
19/06/2016
A Verdadeira História do Brasil, por Sidney Silveira e Sérgio Pachá
Atenção amigos, depois desta iniciativa não há desculpas para o desconhecimento de nossa história. Eis o vídeo inicial do excelente curso que está começando.
18/06/2016
O liberalismo é pecado, nos explica Dr Javier Barracoya
Grande católico e tomista espanhol nos explica no vídeo abaixo o que é o liberalismo e porque ele é pecado.
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