sábado, junho 26, 2010

Estudante protestante que estava inclinado ao catolicismo

 

Publiquei o comentário de um anônimo ao post Leitor acusa blog de idéias e hábitos medievais; blog responde. Respondo-o aqui, por se tratar de um assunto que pode interessar a muitos leitores que talvez se encontrem na mesma posição do leitor.

Em resposta anterior ao mesmo anônimo, que se mostrava surpreso com minha preferência pelo Catecismo Maior de São Pio X ao Catecismo da Igreja Católica – ele argumentava que o último catecismo estava na página do Vaticano, estava aprovado pelo Papa, etc – eu respondi que isto fazia parte da crise da Igreja (o ter um catecismo que era, de certa forma, questionável em comparação com a Doutrina de Sempre da Igreja). Escrevi então: “Se você não sabe, ela [a crise] existe. Se você não sabe, ela se desdobra em todos os escalões da Igreja. Se você não sabe, até no Vaticano. Se você não sabe, lá há cardeais que não acreditam na Presença Real, que são satanistas, que .... Vou para por aqui.”

Então, o anônimo me responde:

É dessa informação que eu necessitava. Como estudante protestante de teologia, portanto "não autorizado' a aceitar a doutrina católica, aventurei-me por conta própira - dai o anonimato - a estudar o doutrina oficial católica com a intuição de que ela está mais próxima da verdade.

Porém, com a sua explicação, devo afastar-me, pois não tenho estrutura para entrar nessa briga. Eu precisaria, antes, de certeza e de consenso.

Adotei como referência para minha confiança no Catecismo de 1992 a seguinte passagem:

"Promulga-se em 1567 o Catecismo do Concílio de Trento, redigido po ruma equipe de dominicanos, e que, por indicação docardeal J. Ratztinger, servirá de protótipo ao atual Catecismo da Igreja Católica (1992)."

Fonte:

Suma Teológica, Tomás Aquino, Volume I, Edições Loyuola, 2001, Prefácio à Tradução Brasileira por Carlos Josaphat, OP, pg. 13.

Caro leitor, quem se aproxima da verdade, se aproxima da certeza, mas não do consenso. Não tenho nenhuma intenção de ofendê-lo, mas esta é uma idéia protestante. O consenso nunca pode ser o critério da verdade.

A Doutrina Católica não é mais próxima da verdade, é a VERDADE. Quem lhe garante isso não é professor Angueth; é o próprio Jesus Cristo. Assim, ao se aproximar desta doutrina, você está se aproximando de uma PESSOA, que vive de Corpo, Sangue, Alma e Divindade, na Igreja Católica, e se oferece a todos nós, na Eucaristia, todos os dias. A Igreja é o único lugar em que você pode recebê-Lo. Portanto, não venha para a Igreja por causa do Prof. Angueth, que é um pecador contumaz, que não merece nada. Não venha para Igreja por causa de Josaphats da vida, que são padres modernistas e hereges que infelizmente existem na nossa Igreja, conseqüência nefasta da crise da Igreja. Não venha pelo consenso que possa aqui existir. Venha para lutar pela Igreja contra os hereges e em nome da VERDADE, para carregar a Cruz de Nosso Senhor.

Não tome a mesma atitude do demoníaco Lutero, que por causa da situação lastimável em que se encontrava a Igreja no início do século XVI, preferiu destroçar toda a cristandade a corrigir os erros que ele via, a lutar pela restauração da santidade dos homens da Igreja. Mire-se nos exemplos dos muitos santos que permaneceram na Igreja e que, por meio do extraordinário Concílio de Trento, reformaram a Igreja, tornando-a um estandarte da luta contra os hereges. Tome a atitude dos santos do século XVI; de Santo Inácio de Loyola, de Santa Teresa D’Ávila, de São João da Cruz, de São Pedro Canísio, de São Felipe Neri, de São Carlos Borromeu, do Papa São Pio V, etc. Pense de que lado você quer ficar: de Lutero ou destes santos todos?

Ao invés de ler o prefácio da Suma, leia a Suma! Leia o Catecismo Maior de São Pio X, esqueça, por hora, o Catecismo de 1992. (Se você quiser sabe o que acho sobre as observações e os prefácios modernos de obras antigas, leia, por exemplo: A Teologia da Deformação e "Didaqué: Instrução dos Doze Apóstolos", Santo Afonso de Ligório: o modernismo presente em sua Congregação.)

Por fim, um último conselho. Você diz: “Assim, infelizmente, concluo que minha intuição estava errada.” Sua intuição está certíssima; pode segui-la, mas não a siga com tanto sentimentalismo, que, sem ofensa, é outra característica protestante. Seja forte, use sua VONTADE, não seu sentimento. Você só perceberá a VERDADE, com sua vontade, não com seu sentimento.

Se você precisar e desejar, me escreva sempre. Se você for usar os comentários, identifique-se como “quase católico”; saberei que é você, porque é o que você realmente é. Passo a rezar a Nossa Senhora pela sua conversão, que já começou indubitavelmente.

22 comentários:

Anônimo disse...

Estudante protestante

Conheço alguns estudantes protestantes com essa dúvida. Eles percebem que os católicos tradicionais - Santo Agostinho e Santo Tomás, por exemplo - têm uma teologia consistente. Entretanto, quando se aproximam da Santa Igreja Católica não conseguem entender como poderão suportar tanto conflito. Então, preferem ficar no seu cantinho, onde os conflitos são mais administráveis. Até porque podem mudar de denominação sem muitos traumas.

Penso que a Santa Igreja Católica precisa passar por um processo de depuração. É melhor que tenha menos "fiéis", mas que eles sejam realmente fiéis.

Que Maria nos proteja da confusão reinante!

José

INDEX BONORVM disse...

Viva Cristo Rei! Salve Maria!

Nossa Senhora, rogai por nós e velai por esse filho de Deus que deseja uma conversão sincera.

Ó Deus, enviai-lhe o Vosso Espírito.

Amen.

Anônimo disse...

A Igreja Católica hoje, após o Concílio Vaticano II se tornou tão sentimentalóide quanto qualquer seita. O católico de hoje não combate contra os erros e isso se dá exatamente porque ele não é instigado, não é desafiado. Assistir a uma dessas missas "novas" é quase um convite à perda da fé. Tudo nela é mole, é doce, é infantil. Eu gostaria de ver a Igreja novamente lutadora, militante, portando estandartes desafiantes diante das múltiplas faces do erro, assim como Chesterton tantas vezes festejou.

Luiz, Rio Grande do Sul

Anônimo disse...

Estudante protestante,

Sou filho de pai metodista e mãe católica. Fui criado como católico, mas no ambiente pós-Concílio Vaticano II, cheio de relativismo e irenismo. Redescobri a minha Fé, tempos depois. Sim, sou cristão e estou na Igreja que Jesus fundou. Mas é triste a situação atual de dessacralização da Igreja, por isso procure: pela coerência, pelo que sempre foi ensinado, pelo que os mártires derramaram seu sangue e pelo que "o mundo" sempre odiou. Te dou um exemplo: leia sobre a Guerra Civil Espanhola no séc XX.
Um abraço,
Que o Espírito Santo o guie.

Ricardo

Flavio disse...

Bela resposta,Antonio.

Realmente a vida dos santos,seus testemunhos de vida,seus milagres,em muitos casos santos com corpos milagrosamente incorruptos e suas obras,é uma das maiores provas de que a Santa Igreja Católica é a Igreja de NS Jesus Cristo.

Me junto ás orações pelo irmão anônimo.

abraço e fiquem com Deus.

Anônimo disse...

Eu gostaria de complementar meu comentário anterior (20.41), pois não esclareci que é para o estudante protestante.
Uma das coisas que mais me orgulham nos feitos da Igreja foi o grande espírito missionário que ela possuiu no passado. Falo principalmente dos Jesuítas e do portentoso trabalho realizado por eles aqui na América. Caro amigo protestante: foram esses poucos homens que civilizaram um continente inteiro, embora tenha havido outros missionários (franciscanos e dominicanos). No entanto, os Jesuítas foram mais longe do que os demais. Foram homens destemidos, sem nenhum medo em enfrentar a morte entre selvagens. Eu vivo numa terra que foi marcada pela presença viva dos Jesuítas, o Rio Grande, embora se tente hoje diminuir a importância desse fato na história riograndensse. Os Jesuítas deram o primeiro mártir em terras do hoje sul do Brasil: O bemaventurado Padre Roque Gonzales; trouxeram a primeira imagem da Mãe de Deus para essas plagas, Nossa Senhora Conquistadora, hoje padroeira da Provícia de Santa Fé (Argentina). Os Jesuítas protegerm os indígenas,conservaram a prória lingua dos nativos viva: o guaraní, o aymará, o quechua,e muitas outras em TODA a América. Se hoje os descedentes daqueles indígenas podem manter sua língua, é graças aos Jesuítas. Isto não aconteceu em áreas usurpadas posteriormente pelos protestantes ingleses. Nestas regiões nunca houve trabalho de Missão. Nunca houve nenhum interesses por parte dos protestantes de qualquer denominação em converter os indígenas. Pelo contrário, o que os protestantes promoveram nas regiões da América por eles usurpadas foi verdadeiro genocício e etnocídio. Os católicos protegeram os indígenas, lhes deram um Fé pura, conservaram seus costumes depois de polidos e deixaram marcas materiais em TODO o continente Americano, do hoje Canadá até o Estreito de Magalhães.
Não consigo imaginar coisa mais grandiosa do que isso, e para referendar o que digo peço a Vc. e aos demais leitores que se interessaram pelo tema, que leiam a obra de José Maria Iraburu: Hechos de los Apóstoles en América, livro que pode ser lido de graça na web, basta digitar o nome. Alí há todo história da América vista pelas obras dos Missinários, pelos verdadeiros Homens de Missão que nossa terra possuiu.

Obrigado, Luiz Melendez, Rio Grande

Anônimo disse...

Sou o estudante protestante

Minha história resumida:

1. Mãe de origem protestante, humilde e tratável por natureza; pai de origem católica convertido ao protestantismo aos 21 anos, humilde, honesto e comprometido. Segundo ele, os católicos, embora seus animigos íntimos, eram muito supersticiosos. A Igreja Católica alimentava a superspetição e não tinha interesse na educação crítica dos seus fieis.

2. Convivi com católicos sem problemas, pois não discutia religião. Contudo, eu nunca concordei com a submissão deles a expectativas de milagres fáceis mediante promessas aos seus santos especiaizados.

3. Percebi que os protestantes, em geral, eram mais estudiosos, embora mais arrogantes. Felizmente fui o primeiro aluno durante mais de anos, mas nunca quis estar acima de ninguém. Estudava com todos, sem exceção e sem discriminação.

4. Descobri que C. S. Lewis converteu-se, primeiro a Deus. Então ele teve de optar enre o Deus segundo o cristianismo ou segundo o hinduísmo. Ele opotou, sem muitas explicações, pelo cristianismo, na modalidade anglicana. Entretanto era amigo íntimo dos católicos mais respeitáveis do seu tempo, que inclusive tiveram influência na sua conversão.

5. Li sobre os santos hindus e fiquei impressionado. Especialmente o livro Autobiografia de um Iogue, de Paramahansa Yogananda, que recomenda Cristo e o cristianismo sem fazer proselitismo. Li, em seguida, o livro Os Cinco Santos que que Abalaram o Mundo, e também fiquei impressionado.

6. Atualmente estodu estudando teologia, e fico impressionado com a falibilidade geral das interpretações, seja de católicos ou de protestantes. Parece que ninuguém sabe do que está falando, mas discute com muita convicção. Ao invés de diálogos civilizados, muitas vezes há contendas que demonstram a má educação dos envolvidos.

7. Descobri a pureza da intenção de Tomás de Aquino, mas tive a percepção de que ele estava tentanto tornar a doutrina católica aceitável por filósofos. Dai sua absorção de Aristóteles, tendo sido criticado por submeter o cristianismo à doutrina de um filósofo pagão.

Concluindo:
Por indicação do protestante R. C. Sproul, em seu livro Filosofia para Iniciantes, fui estimulado a explorar Tomás de Aquino e tentar entender suas diferenças em relação a Imanuel Kant. A compreensão profunda da teologia passaria, segundo Sproul, pela identificação das semelhanças e diferenças entre esses dois pensadores seminais.

Até o momento conclui que não há ruptura entre os dois. Aquino demonstra que a fé é compatível com a razão, e que não há antagonismo entre a religião católica e a ciência. Kant restaura a autoridade da fé e isenta o cristianismo da necessidade de dar satisfação aos filósos e cientistas.

O incrível é que Einstein alega que a fé, em seu sentido genérico, é o alimento do conhecimento científico. Ele atesta que a ciência não tem o direito, nem a competência, de questionar a religião, pois ela mesma vive pela fé.

Enfim, assim como Aquino abosrveu Aristóteles, hoje penso ser necessário absorver Einstein.

Logicamente que a mensagem do Cristo não depende de nada disso. Mas esse diálogo, incialmente proposto por Aquino, seria a solução para que a religião não fosse tida por "Reino da Ignorãncia" pelos filósofos e cientistas.

Obrigado a todos que estão tentando me ajudar.

Quase-católico, conforme o Prof. Angueth quer que eu me identifique.

Anônimo disse...

Digo: Catecismo Ilustrado de 1910.
MMLPimenta

Anônimo disse...

Para quem interessar: o Catecismo Ilustrado de S. Pio X na sua versão original!
http://www.paroquias.org/forum/read.php?7,20707
O sítio donde se extrai essa preciosidade é um estercorário de modernices, mas há algo que se salve: este Documento é uma delas!
MMLPimenta

Rodrigo disse...

Professor, o senhor não deu nem uma notinha sobre a mudança do visual do blog! Está um pouco confuso para navegar!

Antonio Emilio Angueth de Araujo disse...

Caros comentaristas,

Agradeço a todos pelos comentários esclarecedores. Que Deus lhes pague pelo trabalho em prol da Igreja Católica e pela conversão do estudante "quase católico".

Há muitas coisas a dizer para o estudante "quase católico". Pena que neste espaço de comentários temos limitações.

Faço três breves observações:

(1) a filosofia de Kant é anti-tomista. A diferença é, basicamente, entre quem acredita que a realidade possa ser conhecida por nós, e a de quem não acredita;

(2) Einstein, embora um grande cientista, não tem nada a nos dizer sobre os assuntos aqui tratados. Ademais, ele era gnóstico, que é uma heresia das mais perniciosas. A ciência moderna é um projeto de conhecimento totalmente anti-escolástico, anti-tomístico, anti-aristotélico.

(3) Seu estudo de teologia só poderá te levar ao algum lugar seguro se você abandonar o conceito protestante do livre-exame da Escritura. Do contrário, você se transformará em mais uma autoridade bíblica suprema.

Continuo a rezar por sua conversão.

Antônio Emílio Angueth de Araújo.

Antonio Emilio Angueth de Araujo disse...

Caro Rodrigo,

Sinto muito tê-lo desagradado com o novo visual do blog. Alguns têm me elogiado pela mudança.

Espero que com o tempo, você se acostume e sua navegação se torne mais natural. Eu estou me sentindo muito bem entre os livros.

Deus lhe pague pela sua permanente participação.

Antônio Emílio Angueth de Araújo.

Rodrigo disse...

Professor, de modo nenhum foi uma crítica destrutiva! Mas ainda não me acostumei com o novo visual.
Fique com Deus!

Anônimo disse...

"(3) Seu estudo de teologia só poderá te levar ao algum lugar seguro se você abandonar o conceito protestante do livre-exame da Escritura. Do contrário, você se transformará em mais uma autoridade bíblica suprema."

Professor,

Já renunciei à livre interpretação há muito tempo. Só acredito no livre-exame como "o direito de ler" a Bíblia, mas sem interpretá-la.

Acredito que, naquilo que é fundamental à salvação, a Bíblia é clara para todos. O que de sua leitura pode ser aproveitado pelo grande público foi sintetizado no Catecismo católico, no seu final.

Quando há necessidade de interpretação, deixo essa tarefa para os especialistas. No momento só aceito uma interpretação quando há consenso entre especialistas com grande credibilidade, entre eles Agostinho e Tomás de Aquino.

Quanto à predestinação, por exemplo, leio, fico supreso, mas não interpreto. Quanto à justificação pela fé, só aceito a ideia de que não se pode comprar a salvação, como num negócio com Deus. Mas, acredito que a fé tem a obrigação de gerar obras.

Continuarei atento aos seus conselhos.

Estudante quase-católico

Anônimo disse...

Olá, Antônio

eu gostaria muito de seu auxílio: tenho 37 anos e há pouco tempo venho me aproximando da Igreja.

Infelizmente, embora eu seja batizado, não fiz quando criança o Catecismo nem a Crisma, o que muito tem me chateado, porque eu gostaria de participar da Eucaristia.

O que eu poderia fazer para mudar essa situação? Perto de minha casa só tem igrejas ligadas ao movimento carismático e eu queria algo tradicional, pré-conciliar. Além disso, tenho muitas dificuldades de horários: estudar em horários fixos está fora de questão. Eu precisaria de um acompanhamento flexível. Seria possível eu estudar por meio de livros acompanhado de longe ou em horários mais flexíveis por um padre ou leigo que me ajudasse a tirar as dúvidas que viessem a surgir? E quais livros (e edições) de catecismo pré-conciliar o senhor me recomendaria?

Eu gostaria muito de sua opinião porque a tenho na mais alta conta. Fique com Deus e obrigado pela atenção.

Alexandre

Antonio Emilio Angueth de Araujo disse...

Caro Alexandre,


Sua situação é semelhante a de muita gente. O importante é que você tome uma decisão.

Se você morar em BH, mande-me um e-mail (a.angueth@gmail.com) que posso te ajudar a fazer a Primeira Comunhão no Rito Tridentino.

Se não, você não deve adiar mais sua Primeira Comunhão. Entre em contato com a paróquia perto de sua casa, converse com o padre e faça a programação para que você comece a receber a Eucaristia. Não immporta se o padre é da RCC, se é modernista, dançarino, etc. Os Sacramentos são garantidos por N.S. Jesus Cristo.

Não adie mais tal situação. Lembre-se das palavras de Cristo: "Quem come a minha carne e bebe o meus sangue, fica em mim e eu nele."

Depois disso, você terá tempo de pensar no Sacramento da Crisma.

Conte-nos quando você fizer sua Primeira Comunhão.

Antônio Emílio Angueth de Araújo.

ACSD disse...

Olá parabéns pelo blog.
Também construí um para lutar pela tradição:
http://dominicanos2000.blogspot.com/

José Lima disse...

MMLPimenta, infelizmente não consegui abrir o link (fazer download ou mesmo visualizar) do Catecismo de São Pio X Ilustrado... Diz que o link não está disponível... Há alguma outra alternativa???

Guilherme disse...

José Lima,

Tente o seguinte link:

http://aspiov.blogspot.com/2009/07/catecismo-de-sao-pio-x.html

Um abraço.

Anônimo disse...

Zé, o Guilherme lhe respondeu muito bem!
Amplos e fraternos amplexos a todos.
MMLPimenta

Anônimo disse...

Professor,

Acabei de folhear um livro, não anotei o seu nome, sobre História das Religiões.

O autor argumenta que o Planeta teve até, o momento, mais de 4.000 (quatro mil) religiões. Há quem diga que foram 10.000 (dez mil).

Como alguém poderia usar a razão para escolher uma delas como A VERDADEIRA?

Se for pela antiquidadede o hinduísmo, com cerca de 4.000 (quatro mil) anos de existência, é a mais cotada de todas.

Como funciona o processo racional de seleção de uma entre milhares, ou até mesmo uma entre as cinco ou seis religiões predomintes atualmente?

Antonio Emilio Angueth de Araujo disse...

Resposta ao anônimo aqui.