quinta-feira, setembro 24, 2020

Nossa Senhora das Mercês, rogai por nós!

 http://angueth.blogspot.com/2017/09/nossa-senhora-das-merces-e-os-cristaos.html

terça-feira, julho 07, 2020

Uma igreja na França se transforma em sofisticada academia

Em Caen, na França, a filha primogênitca da Igreja, uma igreja se transforma em clube fitness. O cuidado do corpo, para o mundo moderno e até para a Igreja atual, é mais importante que o culto a Deus! Vejam as fotos abaixo. Que Deus tenha misericórdia de nós!









segunda-feira, junho 15, 2020

Barroso para Papa!

Luís Roberto Barroso se apresenta em seu twitter assim:

Presidente do TSE e ministro do STF. Professor na UERJ e colaborador acadêmico na Harvard Kennedy School.

Sujeito importante no Brasil. Nos velhos tempos, isso significava ampla cultura clássica, honradez e respeito público. Compare esse sujeito com grandes juristas brasileiros e verão a diferença.

Mas da pena desse sujeito sai a seguinte pérola:

Há no Brasil, hoje, alguns guetos pré-iluministas. Irrelevantes na quantidade de integrantes e na qualidade das manifestações. Mas isso não torna menos grave a sua atuação. Instituições e pessoas de bem devem dar limites a esses grupos. Há diferença entre militância e bandidagem.

A História, para esse indigitado, se divide em antes do Iluminismo (A.I.) e depois do Iluminismo (D.I.). A situação é semelhante para os católicos modernistas que dividem a História da Igreja em duas etapas: antes do Concílio Vaticano II e depois do Concílio Vaticano II, que significou o Iluminismo na Igreja.

E mais, ele propõe criminalizar esses "guetos pré-iluministas". Agora sim, chegamos ao cimo do progresso: criminalizaremos a escolástica! A situação é semelhante à da Igreja Modernista. O Concílio Vaticano II "criminalizou" o Concílio de Trento e agora persegue os "guetos tradicionalista pré-CVII". 

Na hierarquia da Igreja, Barroso teria um futuro brilhante; talvez chegasse ao papado!

sexta-feira, maio 29, 2020

O que aconteceu com os católicos?

Essa pergunta me vem com o espetáculo atual de muitos católicos falantes, populares, com grande sucesso na mídia, no cenário atual de confusão extrema no Brasil e no mundo.

Eu tinha decidido não me manifestar, pois minha surpresa era tão grande que me tirava o fôlego. Mas, recentemente, tenho visto algumas declarações bombásticas que me tiram da toca. 

Sabemos todos da crise da Igreja. Sabemos o quanto o modernismo invadiu e o quanto apodreceu a Igreja. Isso tudo não é novidade. Mas não podemos deixar de nos surpreender de que católicos ditos cultos, que andam por aí indicando livros e mais livros, citando documentos e mais documentos, desconheçam a dimensão da crise, nem tampouco, a verdadeira doutrina da Santa Igreja Católica.

Há muito já observava (vejam o meu vídeo sobre a Immortale Dei, de Leão XIII, https://youtu.be/8bXrM1j5RbA) que os católicos já esqueceram o que ensina a Igreja sobre liberdade de imprensa, liberdade de consciência, democracia, etc.

Mas agora ver católicos clamar a tal "soberania do povo" como argumento contra pretensos adversários comunistas, me dá uma tristeza atroz. Mas o que me fez mesmo escrever este post foi um tweet do Chanceler brasileiro, que se diz católico, se servindo da Declaração Universal dos Direitos do Homem, da Revolução Francesa, para se opor aos desmandos do STF. 


Não saberá esse erudito diplomata que essa declaração é exatamente uma carta de princípios dos revolucionários de 1789, que tinham por um dos objetivos destruir a Igreja Católica? Não terá ele lido Mons. De Segur, pelo menos seu livrinho A Revolução: explicada aos jovens

Nesta obra o nobre prelado diz, sobre a declaração : 

"Depois de um preâmbulo simples e vago, no estilo enfático de Rousseau, os Constituintes declaram que emitem seus princípios 'na presença se sob os auspicios do Ser Supremo'. Esclarecemos o que era o Ser Supremo destes voltarianos: era a negação direta e pessoal do Deus vivo, do único Deus verdadeiro, do Deus dos cristãos, Nosso Senhor Jesus Cristo, vivo e reinante no mundo através de Sua Igreja e do papa, Seu vigário. Eu garanto que não é na presença de Nosso Senhor, e muito menos sob seus auspícios, que os Constituintes elaboraram sua famosa Declaração".

Eu pergunto ao nobre diplomata: o senhor está empunhando a Declaração inspirada pelo Ser Supremo, o senhor, um católico, contra os desmandos do STF? O senhor enlouqueceu ou apostatou? Tertim non datur!