sexta-feira, dezembro 09, 2011

Aquecimento Global: mais um discordante do discurso "oficial".

 Abaixo vocês lerão a história de mais um grande cientista que não aguentou tanta baboseira e pôs a boca no trombone. Não dá para suportar essa corja de embusteiros!

Dentro do mesmo assunto, a edição das bancas da revista Conhecimento Prático: Geografia traz um artigo assinado pelo blogueiro que vos fala sobre a farsa do aquecimento global. Talvez valha a pena ler.

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Paul Mauldin, 2 de dezembro de 2011. Smart Energy Portal.
 
Sendo um entusiasta da história da ciência, recentemente li Quantum: Einstein, Bohr e o Grande Debate sobre a Natureza da Realidade, de Manjit Kumar, e O Tecido do Cosmos: Espaço, Tempo e a Textura da Realidade, de Brian Greene. Além da admiração pela física moderna, fiquei fascinado pelas personalidades. Os homens e mulheres ao construir os grandes saltos de compreensão da natureza do universo físico não se sentiam à vontade de seguir com o rebanho. Eles eram céticos, por assim dizer.

Não é uma má idéia ser cético quando se fala de ciência. Afinal, a ciência muda constantemente. Mas há dois tipos de céticos em ciência: o racional e o dogmático. O racional tem dúvidas depois de examinar objetivamente os dados e as conclusões. O dogmático tem sua mente fechada.

No tópico do aquecimento global, um eminente cético racional visitou as páginas de notícias recentemente.

Em setembro passado, Dr. Ivar Giaever, Prêmio Nobel de física de 1973 e ex-professor no Rensselaer Polytechnic Institute, abdicou da posição de Fellow da prestigiosa American Physical Society (APS) porque a posição oficial desta entidade afirma que “a evidência é incontestável: o aquecimento global está ocorrendo.” A carta do Dr. Giaever, abdicando da posição ocupada, diz, em parte: “Na APS, é correto discutir sobre se a massa do próton se altera com o tempo e como um multi-universo se comporta, mas a evidência do aquecimento global é indiscutível?” Diz ainda: “A alegação é que (como podemos medir a temperatura média de toda a terra por todo um ano?) a temperatura variou de 288,0 a 288,8 graus Kelvin em aproximadamente 150 anos, o que (se verdadeiro) significa para mim que esta temperatura é surpreendentemente estável, e que a saúde e a felicidade humana se aprimoraram definitivamente neste período de ‘aquecimento’.”   

Em 2008, ele alertou: “Estou cético... o aquecimento global se tornou uma religião... Ouvimos frequentemente sobre o número de cientistas que o apóiam. Mas o número não importa: apenas se eles estão corretos importa.”

Eis algumas pérolas do ceticismo do Dr. Giaever:


- Poucas teorias científicas são “indiscutíveis” – a teoria quântica, a relatividade e a tectônica de placas, etc. foram estudadas e verificadas por dados durante décadas, mas continuam sendo teorias e são ainda discutidas. Mas discuta o aquecimento global e você será taxado de lunático.

- Menos de um por cento de alteração na temperatura em 150 anos indica que nosso planeta é notavelmente estável, apesar dos ciclos solares, vulcões e atividade humana. É difícil de engolir que tal minúscula mudança é responsável pela alteração climática, pela extinção de animais e todos os outros males globais a ela atribuídos.

- Todo o clamor mediático sobre 97 por cento dos cientistas de acordo com a causa e os perigos do aquecimento global não necessariamente o torna realidade.

A história mostrou certamente que o último ponto é verdadeiro.

Um comentário:

O sofrologista católico disse...

Existem duas formas de destruir a misericórdia: eliminando o pecado e eliminando o perdão. Estas são precisamente as duas atitudes mais comuns nos dias que correm. Numa enorme quantidade de situações não se vê nada de mal. Naquelas em que se vê, não há desculpa possível. As acções do próximo ou são indiferentes ou intoleráveis. O que nunca são é censuradas e perdoadas. O que nunca se faz é combinar o repúdio do pecado com a compaixão pelo pecador.