quarta-feira, novembro 24, 2010

Por que a academia adota a Evolução?

Em fevereiro deste ano a revista Whistleblower publica uma edição dedicada à fraude científica, ao uso da ciência como autoridade pública na deformação mental de milhões, na implantação de políticas mundiais completamente irreais; o título da edição é Hijacking Science [Seqüestrando a Ciência].

O título do post é o de um artigo, escrito por Marylou Barry, nesta edição. O subtítulo do artigo diz: “Grandes cientistas e intelectuais admitem a verdade: ‘Eu não quero acreditar em Deus’”.

É espantoso, inacreditável, lamentável, estarrecedor e nojento ler os depoimentos de homens ligados à ciência e à cultura sobre seus sentimentos mais mesquinhos e dá-los como argumentos para não acreditar em Deus.

A teoria da Evolução é uma desculpa esfarrapada para aqueles que não QUEREM acreditar em Deus. Porque eles “temem que voltemos a acreditar num plano divino”, segundo Gordon Rattray Taylor, ex-consultor científico da BBC. “Porque ela [a Evolução] supostamente exclui um criador”, como diz Dr. Michael Walker, ex-professor de Antropologia da Universidade de Sidney.

A evolução não é adotada por ser um fato científico comprovado, “Não porque ela seja provada por evidência logicamente coerente, mas porque a única alternativa a ela, a criação, é claramente inacreditável,” como afirma D.M.S. Watson, professor de Evolução na Universidade de Londres.

Sir Arthur Keith, falecido antropologista físico e chefe do Departamento de Anatomia do Hospital de Londres diz: “A Evolução é não provada e improvável, acreditamos nela porque a única alternativa é a criação, que é impensável.”

Materialismo é uma verdade absoluta, assim não podemos permitir um Pé Divino na soleira da porta,” diz Richard Lewontin, ex-professor de genética da Universidade de Harvard.

Dr. George Wald, Prêmio Nobel e professor emérito de biologia da Universidade de Harvard abre o jogo: “Eu não quero acreditar em Deus. Assim, escolho acreditar no que sei ser cientificamente impossível, geração espontânea e evolução.” Notem que o indivíduo é Prêmio Nobel e professor emérito de uma das mais famosas universidades do mundo. Imaginem quantos autores de livros escolares este cretino influenciou, livros estes de onde nossos filhos aprendem essa doença mental travestida de teoria científica.

Há mais depoimentos no artigo, mas termino com o depoimento do neto de Thomas Huxley, colega de Darwin, Sir Julian Huxley, ex-presidente da UNESCO: “Suponho que a razão de termos nos lançado sobre a Origem das Espécies foi que a idéia de Deus interferia com nossos hábitos sexuais.” Nobre razão!

Aí está, a teoria da Evolução tem como fundamento não dados experimentais, não coerência lógica, mas vontade de negar a existência de Deus e desejos sexuais irrefreáveis. Ela é filha de intelectuais moral e intelectualmente pervertidos. Mostrem estes depoimentos a seus filhos quando eles estiverem lendo, nos livros escolares, sobre esta tal “teoria”.

15 comentários:

Anônimo disse...

Prezado Prof. Angueth,

Outro dia, ouvi o seguinte argumento, que achei bastante razoável:

1. A teoria da criação não é propriamente uma teoria. Ela é parte da Fé, mas o cientista não é obrigado a aceitar nada que venha da Fé, embora tudo que ele faça dependa, obviamente, da fé em seu sentido geral;

2. Então, o cientista tem o direito de defender a Evolução. Mas essa teoria parte da fé, o sentido de que todo pesquisador pesquisa aquilo que não vê, mas sobre o qual pode ter uma convicção mais ou menos firme (São Paulo deve se consultado!)

3. Popper, no seu livro A Sociedade Aberta e Seus Inimigos, afirmou que a teoria da Evolução é, mais apropriadamente, um programa de de pesquisa do que uma teoria propriamente dita.

Conclusão:
A píor siuação é essa do "cientista" que defende uma teoria pelo fato de não aceitar a hipótese da existência de Deus. Isso, conforme penso, é uma atitude anti-científica.

Almas Castelos disse...

Caro amigo, gostei muito do seu blog. Eu e meu irmão Angelo Miguel já estamos te seguindo. Parabéns. Quando puder visite nosso blog http://almascastelos.blogspot.com
Quero lhe fazer um convite. Queria que voce autorizasse divulgar-mos seu blog na Irmandade dos Blogs Catolicos. Aguardamos a sua autorização. Deixe um comentário lá na Irmandade para podermos divulgar, autorizando.
Jorge

Angelo Miguel disse...

É com muito prazer que lhe comunico que seu ótimo Blog está sendo divulgado pela Irmandade dos Blogs Católicos. Se for possivel, nos siga.
Obrigado e que Nossa Senhora o abençoe muito.

Sérgio Meneses disse...

Prezado Prof. Angueth,

O senhor poderia informar a fonte dessas citações, sobretudo desse prêmio nobel, para que possamos citar adequadamente?

Deixo aqui um link de um documentário muito bom, com esse brilhante Ben Stein, desmascarando o patrulhamento ideológico do meio acadêmico, que na prática proíbe qualquer qualquer tentativa pesquisa fora dos pressupostos evolucionistas.

Aqui o primeiro link: http://www.youtube.com/watch?v=OIktlGuHTxs

Os outros podem ser facilmente achados no youtube.

Anônimo disse...

A "hipótese Deus" já está descartada a priori pelos cientistas: preferem acreditar numa estória natural incrível do que numa história sobrenatural crível.
Além, é claro, de ser muito mais chique sair afirmando categoricamente que Deus não existe: o Caos é muito mais fecundo em possibilidades.
Recomendo a leitura dos seguintes textos:
http://www.santotomas.com.br/?p=94
http://www.santotomas.com.br/?p=10
O livro de Gustavo Corção AS DESCONTINUIDADES DA CRIAÇÃO.

MMLPimenta

Anônimo disse...

Uma amostra:
Gustavo Corção em As Descontinuidades da Criação [Rio de Janeiro: Permanência, 1992], embora com palvras duras, porém não menos oportunas, sublinhava que os evolucionistas tiram o mais do menos e promovem um processo auto-criador que torna subrepticiamente aceitável a criação ex nihilo sem um Deus, desde que essa criação se torne infinitesimal e suficientemente lenta para que as inteligências tardas não percebam o mecanismo do absurdo, e fiquem, de tantos em tantos metros, ou de tantos e tantos séculos, diante de uma situação de fato. Sábias palavras.

Augusto Mendes disse...

Realmente, o ancestral símio nunca nos cobrará nada e nem nos castigará quando merecemos.. Depois esses mesmos infelizes falam que as pessoas têm religião porque acham reconfortante, porque acham gostoso! (se bem que os que falam isso devem ter convivido mais com protestantes, e ser protestante é bom mesmo, porque, muitos assim dizem, já estão salvos...)

O negócio é o seguinte: não havendo evolução teríamos logo que afirmar a criação, que seria afirmar não só a existência de Deus mas sua ação no mundo. Evidente que isso é algo que a Igreja sempre ensinou mas que muitos não querem aceitar.
Evidente que aceitando que Deus exista, que Ele criou tudo, e que as coisas são assim porque assim Ele fez, muita coisa teria que ser explicada. Como Deus fez o mundo é uma delas e explicar isso seria trabalho para muitos teólogos e muitos cientistas. A questão real, a realmente problemática, é explicar o como. Esse sim é um grande programa de pesquisa.


Ao anônimo

1. O cientista tem que submeter sua ciência à uma ciência superior, a Teologia é a ciência superior e ela prova a criação.

3. A teoria da evolução é muito mais do que um programa de pesquisa, é uma cosmovisão que nega o Deus verdadeiro. Entenda bem, o Deus verdadeiro, não qualquer deus.

Antonio Emilio Angueth de Araujo disse...

Caro Sérgio,

A citação do Prêmio Nobel é esta:

"There are only two possibilities as to how life arose. One is spontaneous generation arising to evolution; the other is a supernatural creative act of God. There is no third possibility. Spontaneous generation, that life arose from non-living matter was scientifically disproved 120 years ago by Louis Pasteur and others. That leaves us with the only possible conclusion that life arose as a supernatural creative act of God. I will not accept that philosophically because I do not want to believe in God. Therefore, I choose to believe in that which I know is scientifically impossible; spontaneous generation arising to evolution." (Wald, George, "Innovation and Biology," Scientific American, Vol. 199, Sept. 1958, p. 100)

Os outros cientistas são citados por Marylou Barry. Seu artigo em inglês pode ser acessado no link
http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=88606.

Em JMJ.

Agnon Fabiano disse...

"Não é que os métodos e as instituições da Ciência, de algum modo, nos forcem a aceitar uma explicação material do mundo fenomenal, mas, ao contrário, é que nós somos forçados por nossa aderência a priori às causas materiais a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzam explicações materiais, não importa o quanto contra-intuitivo seja, ou o quanto desorientador seja para o não-iniciado. Além do mais, por ser materialismo absoluto, não podemosa permitir um Pé Divino na porta. O eminente estudioso de Kant, Lewis Beck costumava dizer que alguém que pode acreditar em Deus, pode acreditar em qualquer coisa. Apelar para uma divindade onipotente é permitir que a qualquer momento as regularidades da natureza possam sofrer uma ruptura, que milagres podem acontecer".

Richard Lewontin (geneticista de Havard)

Antonio Emilio Angueth de Araujo disse...

Caro Agnon,

Como chestertoniano que é, você sabe que há uma frase atribuída a Chesterton que é o exato contrário a uma afirmação deste farçante geneticista de Harvard: "Não é que o ateu não acredita em Deus, é que ele acredita em tudo, menos em Deus."

Curiosamente, Dale Ahlquist, da American Chesterton Society, diz não ter encontrado esta frase em nenhuma obra de Chesterton. Mas, no mínimo, a frase é chestertoniana.

Obrigado pela visita e pelo comentário.

Agnon Fabiano disse...

Gosto bastante dessa frase atribuída a Chesterton, professor. Também não me lembro onde ela possa estar, apesar de que há algo semelhante no conto "O Oráculo do cão", onde o Padre Brown diz: "A primeira conseqüência de uma pessoa não acreditar em Deus é perder o senso-comum e não poder ver os fatos como são".

Relativamente à citação de Richard Lewontin, significa, em outras palavras, que a evolução não é um fato, mas sim uma filosofia. O materialismo vem primeiro (a priori) e a evidência é interpretada à luz desse compromisso filosófico inalterável. Se a evidência parece ir contra a tal filosofia, tanto pior para a evidência. Para um materialista, tolerar qualquer quantidade de práticas defeituosas na ciência é melhor do que permitir um Pé Divino na porta.

Abraço.

Anacoreta disse...

Parabéns pelas ótimas postagens!
Teu blog acaba de receber esta indicação:
http://confrariadesaojoaobatista.blogspot.com/2010/11/o-selo-premio-sunshine-award-chegou.html , como reconhecimento de teu ótimo trabalho!

Leo disse...

Embora algumas discordâncias sou um Grande fã do Blog e do trabalho feito.
No entanto quanto a esse tema afirmo sim ser Evolucionista.
E gostaria de resaltar dois pontos:
A evolução é uma Teoria, porque não tem como refazer o "experimento" que deu origem as espécies e o próprio conhecimento da origem da vida.
No entando Ciéntificamente a hipótese de geração expontânea já foi refutada.
Por isso se diz que mesmo cientistas que não concordam 100% com a evolução afirmam que ela está em voga.
E é sobre isso que tratam a maioria das afirmativas.
Lembrando que o materialismo científico não explica nem de longe os fenômenos do mundo.
E que só a Luz da Fé pode se chegar a Verdade.

Carlos disse...

Caro professor,

Para a sua informação, caso o senhor queira refutá-la, existe uma pretensa réplica a este artigo, feita por evolucionistas neo-ateus, no seguinte endereço:

http://pergunte.evolucionismo.org/post/15501392133

Salve Maria,
Carlos

Zé Cláudio disse...

Esse site [http://www.talkorigins.org/faqs/quotes/mine/part1-4.html] diz que a citação está errada, e mostra a citação supostamente correta.

Acredito que única maneira de saber se a citação é correta ou não seria acessando o próprio site da Scientific American [http://www.scientificamerican.com/article/innovation-in-biology/], cujo texto é pago, e portanto não consegui acessar.