sexta-feira, outubro 04, 2013

Perder a Fé tem consequências práticas seríssimas: herege admite suicído assistido!

Nota: Isto se chama tecnicamente desespero. Deus está nos mostrando as consequências do modernismo que se instalou na Igreja. Na verdade, Kung considera a Igreja atual pouco modernista!
 
 
O teólogo suíço Hans Küng, a quem o Papa João Paulo II tirou a licença para lecionar devido às suas posturas críticas ao Vaticano, cogita recorrer ao suicídio assistido para por um fim à sua vida, diante da evolução do Mal de Parkinson.
 
A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 01-10-2013. A tradução é de André Langer.
 
“Não quero continuar vivendo como uma sombra de mim mesmo”, escreve o teólogo, no terceiro e último volume das suas memórias, como foi antecipado hoje (dia 01 de outubro) por seu editor alemão, Piper Verlag.
 
Küng, de 85 anos, sofre de Parkinson em estado avançado e teme perder logo e completamente a visão, diante do que não descarta a possibilidade de se entregar nas mãos de uma clínica suíça especializada em suicídio assistido.
 
“O ser humano tem o direito de morrer quando já não tem nenhuma esperança de continuar levando o que, segundo o seu entendimento, é uma existência humana”, escreve o teólogo e catedrático da Universidade de Tübingen .
 
Fonte: FratresInUnum.

Um comentário:

Anônimo disse...

Caro Prof. Angueth,
Acabei de mostrar esta notícia, para uma amiga, católica, uma boa alma,ótima pessoa,inocente, que se perdeu nos ambientes da FAJE. A notícia deixou-a emocionada, abalada, pois é admiradora deste teólogo. Acho interessante este tipo de reação e a dificuldade de quem se afastou da verdadeira doutrina e foi capturada pela língua dupla do modernismo, em entender, por trás da intenção, também o ato político. Hans Kung, ao morrer de forma assistida, eterniza a sua ideologia. No site da UNISINOS, a notícia é dada em tom natural, e de Hans Kung é feita a defesa, pois é citada sua experança em ser reabilitado pelo Papa Francisco,como reparação ao que considera uma injustiça do Vaticano. Assim como o aborto, se se concretizar a intençao do teólogo, assistiremos inermes epocar nas esferas intelectuais e políticas o acirramento da campanha pela eutanásia como um direito mundial, global, quiçá intergalático.
Abraço,
Cristina.