terça-feira, novembro 08, 2011

De Imitatione Christi: as lições de um acadêmico do século XXI.

Pois é. Eu renovo toda vez minha disposição de não ler prefácios e introduções de obras religiosas antigas editadas pela Vozes, Paulus, Loyola, etc. (Vejam aqui um dos comentários que fiz sobre isso.) Nunca tenho a disciplina para cumprir o meu objetivo inicial. Aconteceu de novo. Comprei Imitação de Cristo com os comentários e orações de São Francisco de Sales, Editora Vozes, 2ª edição, 2011. Herdei um exemplar deste livro de meu pai; Editora Paulinas, 1958, tradução, da década de 1930, de Pe. José Maria Cabral. Comprei a edição moderna pelos comentários do santo.

Não li o livro ainda, nem sequer o folheei, porque cometi o erro de ler a Apresentação da obra, de autoria de Faustino Teixeira. O Sr. Faustino, devo dizer Dr. Faustino, é professor da UFJF e está ligado ao PPCIR. Também não sabia o que era PPCIR e olhei no Google: Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião. A área do professor é teologia das religiões, diálogo inter-religioso e mística comparada. Suspeito que ele faça parte da linha de pesquisa Religião e Diálogo, que possui os seguintes projetos: Pluralismo e diálogo, Ecumenismo, Buscadores do diálogo, Estudos de mística cristã e islâmica, Religião e laicidade, Religiões e filosofias da Índia. Achei charmosíssimo o projeto “buscadores de diálogo”; que coisa mais moderna, mais século XXI!

Mas, vamos em frente! O que nos diz o Dr. Faustino na sua peça de apresentação do extraordinário livro de Kempis. O leitor fica informado de várias coisas surpreendentes ao ler as três páginas da apresentação. Por exemplo, o doutor nos conta que o livro Imitação de Cristo é obra da Idade Média. Ai, meu Jesus Cristo! Toda vez que leio o que dizem da Idade Média, fico com urticária. Os povos de tal época, segundo Dr. Faustino e “grandes historiadores” que ele cita, cultivavam grandes medos: medo da miséria, do além, do outro, da violência e das catástrofes. Ele nos diz ainda que “a questão da morte dominava as consciências, e junto a ela a consciência da impotência da consciência humana. Como desembaraçar-se de sua terrível situação sem a ajuda de Deus?” O que nos faz responder com um suspiro: é mesmo, como? Mas esses medievais, como eram primitivos esses povos! Nós, por exemplo, não temos mais medo da miséria, do além, do outro, da violência e das catástrofes. Não, nós somos seres do século XXI; onde já se viu? Hoje, temos medos muito mais sofisticados: da AIDS, do aquecimento global, do colesterol, do triglicérides, de comer gordura, de comer açúcar, de não freqüentar uma academia (que hoje, no ilustrado século XXI, significa uma sala com um punhado de aparelhos de ginástica), de fumar, de tomar cerveja, de ser politicamente incorreto, da água do mundo acabar (ela vai evaporar um dia e não vai voltar mais!), das sacolas plásticas de supermercado, de ficar velho e não poder fazer uma cirurgia plástica, de... Mas, medo da morte? Quem tem medo da morte? Hoje, não se fala mais nisso; é assunto proibido. Isso era importante só na Idade Média. Hum, aqueles medievais!

Hoje nós temos opções: podemos ser espíritas e acreditar que quando morrermos, vamos para um lugar lindo, uma cidade ou uma fazenda, ficaremos vivendo lá até reencarnarmos de novo. De vez em quando, damos uma fugidinha e visitamos alguns que estão ainda vivos. Podemos ser budistas e teremos o objetivo de, depois de muitas encarnações, entrarmos no Nivarna, que é literalmente NADA. Não teremos o medo da morte e almejaremos o NADA; não é muito mais ilustrado que a atitude medieval de temer a morte? Poderemos nos converter ao Islã e ter um Deus irracional, que nos subjugará para sempre. Hoje temos opções, somos homens do diálogo.

Mas, vamos em frente, guiados por Dr. Faustino. Ele nos diz que a respostas desses traumas, desses medos medievais foi a busca da interioridade e que a Imitação de Cristo expressa isso. Resumindo: Kempis era um medroso e por isso se recolheu e escreveu o livro.

Dr. Faustino ainda nos alerta para uma coisa que ninguém deve ter percebido antes: o acentuado traço cristocêntrico da obra. Uau! É de tirar o fôlego! Então a Imitação de Cristo é uma obra cristocêntrica!? Ele diz: “no Livro II vem reforçada a piedade cristocêntrica...” É incrível.

Mas não é só. O doutor nos informa: “a espiritualidade presente na obra Imitação de Cristo é a expressão de uma época, tendo iluminado a dinâmica litúrgica de um tempo que sofreu inúmeras modificações.” Esta frase vem terminada com uma nota de rodapé que nos informa que as orações diversas contidas na edição francesa da obra com os comentários de São Francisco de Sales são mantidas “com o intuito de conservar uma memória, ainda que o seu conteúdo seja próprio de uma época anterior ao Vaticano II.”

Bem, vamos por partes. Kempis viveu nos Países Baixos sob a influência de um misticismo proveniente da Alemanha, principalmente de Mestre Eckhart, João Tauler e Henrique Suso. As idéias de Eckhart foram condenadas por João XXII, dois anos após sua morte. Há traços de panteísmo e gnose nas idéias de Eckhart, principalmente sua idéia de uma centelha divina habitando no interior do homem.[1] Será então que é possível afirmar que De Imitatione Christi é caudatária desse caldo cultural. A julgar pelas evidências históricas e pela opinião de grandes historiadores, um dos quais citados pelo Dr. Faustino, isto é exatamente o que esse livro não é. Um dos historiadores citados na apresentação em tela é Johan Huizinga e sua obra O Outono da Idade Média. Vamos ver o que Huizinga tem a dizer do livro (pag. 369-370, Ed. Cosacnaify, 2010).

“Porém é desses círculos que provém a obra mais forte e bela dessa época, a Imitatio Christi. Trata-se do homem que não era teólogo nem humanista, não era filósofo nem poeta, e na verdade nem mesmo místico, e que escreveu esse livro, que por séculos haveria de servir de consolo para as almas. Tomás de Kempis, o homem quieto, introvertido, cheio de ternura pelo milagre da missa e com a concepção mais estreita sobre a orientação divina, (...). E o seu livro de sabedoria simples sobre a vida e a morte, endereçado às almas resignadas, transformou-se num livro atemporal. Nele, todo o misticismo neoplatônico fora deixado de lado, baseando-se unicamente na voz do amado mestre Bernardo de Claraval.”

Caem por terra algumas coisas ditas pelo Dr. Faustino. Que o livro seja “datado”, pois ele se elevou acima e além de sua época; é atemporal. Que ele esteja numa linha direta com certa “nova espiritualidade” vinda dos Países Baixos. Que há influências agostinianas no livro – Kempis era monge agostiniano. Onde ele vê influências de Santo Agostinho deve-se procurar a influência de São Bernardo de Claraval.

Huizinga continua: no livro “tudo é constante e melancólico, tudo é mantido em um tom menor: há somente paz, calma, a espera tranqüila, resignada e a consolação. (...) E mesmo assim as palavras desse homem apartado do mundo, como as de nenhum outro, conseguem nos fortalecer diante da vida.” Que belas palavras que não foram ditas pelo Dr. Faustino!

Voltemos ao comentário sobre a espiritualidade do livro de Kempis. Fala-se de espiritualidade como uma expressão de época, não como algo real, verdadeiro enquanto tal; espiritualidade seria algo construído pelo ser humano, diferente em cada época. No caso, esta espiritualidade do livro de Kempis foi uma reação aos medos medievais. Ou seja, a dimensão espiritual do homem é algo criado pelo homem. Mas o melhor de tudo é que as duas primeiras frases da apresentação do Dr. Faustino são: “A Imitação de Cristo é uma das obras mais difundidas da espiritualidade cristã, e sua popularidade é impressionante, só sendo ultrapassada pela Bíblia. É o livro que vem alimentando o mundo cristão há muitos séculos, enquanto expressão da devoção moderna.” Ou bem o livro é uma expressão de uma espiritualidade verdadeira e por isso eterna, ou bem é uma obra datada. Há que se decidir. Huizinga e a história já se decidiram. Falta apenas o Dr. Faustino.

Mas o que dizer da referência ao Concílio Vaticano II; “uma época anterior ao Vaticano II.” Vocês sabem, não é mesmo?, o CVII mudou tudo; antes está a coisa primitiva, depois a modernidade. Antigamente os santos diziam assim: “meu Deus, eu sou um miserável pecador e só vou me salvar se o Senhor tiver misericórdia de mim. Como sou pecador, vou procurar, através de penitências e mortificações, pagar um pouco de minha dívida. Esta é impagável, eu sei, mas aceite, meu Deus, eu suplico, estes pequenos sacrifícios. Vou ainda, com sua graça, procurar imitar seu Filho dileto. Livre-me, eu suplico, do Inferno.” Hoje, depois do CVII, isso é interioridade, é ser cristocêntrico e, sobretudo, é produto de vários medos. Todo católico teme a morte, não porque não exista nada do lado de lá, mas porque do lado de lá existe a Justiça Divina e nunca estamos seguros de nos salvar. Isto é o temor de Deus, que é o pré-requisito de toda a sabedoria, segundo Santo Agostinho. Os medievais temiam a morte porque eram racionais; nós tememos o aquecimento global porque somos irracionais. Escolha logo o seu temor, caro leitor, enquanto é tempo.


[1] Para os mais observadores, é interessante um trecho do livro que talvez revele uma possível influência verbal de Eckhart sobre Kempis, que obviamente não mancha a obra com nenhuma suspeita de heresia. Aliás, a publicação desta obra, na maioria das suas edições, possui tanto o IMPRIMATUR, quanto o NIHIL OBSTAT. Por acaso, a edição em tela, não possui nenhuma das duas declarações eclesiásticas. Mas, vamos ao trecho em questão, que se encontra no Livro III, Cap. LV Em latim, temos: Nam modica vis, quæ remansit, est tamquam scintilla quædam latens in cinere. Hæc est ipsa caro naturalis, circumfusa magna caligine, adhuc judicium habens boni et mali, veri falsique distantiam, licet impotens sit adimplere omne quod probat, nec pleno jam lumine veritatis, nec sanitate affectionem suarum potiatur. Em português (Edições Paulinas, trad. Pe. J. Cabral, 1958): Na verdade, a pouca força, que lhe ficou, é como uma centelha (scintilla) coberta de cinzas (cinere). É a mesma razão natural envolta em densas trevas, possuindo ainda o discernimento do bem e do mal, e fazendo a distinção do verdadeiro e do falso; todavia sente-se incapaz de cumprir o que aprova, pois já não possui a plena luz da verdade, nem a pureza dos seus afetos.

13 comentários:

Anônimo disse...

Caro Angueth, brilhante comentário. E até muito educado para um pérfido e hipócrita inimigo da Igreja (inimigo interno, como todos os piores). Dê uma olhada nisto aqui: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=36132. O sujeito simplesmente insinua (como seria bom se essa gente afirmasse com todas as letras o que pensa!) que o Catolicismo é etnocêntrico e excludente - e isto, pelo comportamento de um padre da Canção Nova que (neste ponto, fiel à Igreja) afirmou a falsidade das "religiões afro-brasileiras"... Ou seja, tudo se resume à "religião do negro" e à "religião do branco" - a solução é "amulatar" a Igreja, transformar tudo numa informe geleia geral religiosa, bem no espírito do CVII, e seremos todos felizes para sempre... Quanto mais eu conheço os antropólogos, mais graças dou a Deus de me ter livrado desse meio. Rezemos que um dia essa gente douta encontre a Luz da Verdade, e deixe de disfarçar seu desespero com esse relativismo melífluo e bom-mocista. Um grande abraço. Antonio Carlos.

Carlos Soares disse...

Caro Angueth, Lindo texto. A conclusão que estou chegando é que o iluminismo é o obscurantismo e o obscurantismo, na verdade, é o iluminismo. abraços. Carlos Soares.

Wendy A. Carvalho disse...

Comentário magnífico, Angueth. A Imitação é um dos livros que mais me tocou. Li pra amigos protestantes, em voz alta, e eles ficaram impressionados com a obra. É fonte de santidade e espiritualidade atemporal. Espero que o tal Dr. Faustini veja a crítica do seu blog, se retrate sobre as alterações no texto do Huizinga e... Bem... Leia A Imitação, como nós. Creio que ele sequer leu.

Agora, faz três ou quatro meses que choro pel'O Outono da Idade Média.' Ore pra que Deus o prepare pra mim.

Leslie Newbigin diz: "Tem se tornado lugar-comum dizer que vivemos em uma sociedade pluralista - não meramente uma sociedade que é de fato plural na variedade de culturas, religiões e estilos que a vida abarca, mas pluralista no sentido de ser esta pluralidade celebrada como para ser aprovada e apreciada."

Alister McGrath, teólogo de Oxford (a quem o Sr. Faustini devia ler), diz que existem dois pluralismos conforme o período de Newbigin: o descritivo e o prescritivo. O primeiro é um fato de vida e o segundo é uma ideologia. Para McGrath, é evidente que os pluralistas prescritivos utilizam a evidência do primeiro para introduzir clandestinamente o segundo. Creio que isso é bem o que o Sr. Faustini tenta.

McGrath também é crítico do "Diálogo" e diz que a quantidade de vez que esta palavra é usada e a confusão que ela causa são diretamente proporcionais. Acabo de ler "Paixão Pela Verdade," dele e decidi compartilhar. Excelente!

Abraço. Deus te abençoe!

Swytz Tavares disse...

Parabenizo ao Caro Angueth os elogios a um dos livros mais difundidos no meio religioso, após a Bíblia Sagrada, é claro. Na falta da internet, que é fato recente dos últimos 30 anos, este livro era um dos mais lidos entre os jovens do meu grupo da Igreja. Na decada de 70 não haviam muitas obras de blá-blá-blá, pra certas instituições ganharem muito dinheiro, nós tinhamos capacidade de triagem, e os batedores de palmas nas igrejas inexistiam. Adquiria-se a cultura de forma intelectualizada, na forma santa e sublime à alma. Outro detalhe que notei foi o detalhamento de fé que o nobre Angueth, neste caso específico (pois as discussões sobre CVII neste blog, discordo parcialmente), faz valer como "católico a moda antiga". Pois, devemos ser conservadores e não tradicionalistas "per si", por modismos. Sei o que dissesetes, pois herdei de meus bisavôs uma edição das "Dores de Nossa Senhora", edição Porto/PT de 1862 e Livro de pregação de missões do ano 1875. Duas relíquias que deixo como herança pra minha família.

saomiguel disse...

Prezado Angueth.

Salve Maria.

Tenho um exemplar da "Imitação de Cristo", pequeno de capa de couro e folhas finas meio amarelas tipo bíblia.Estava eu querendo dá-lo de presente a uma amiga para depois comprar um novo exemplar para mim. Mas depois deste seu texto resolvi ficar comigo. Tazvez seja até melhor quem quiser adquirir um exemplar procurar em sebos e não comprar nas atuais livrarias ditas católicas. Mais uma coisa: Sabe me dizer se o senhor já ouviu falar que Tomás de Kempis foi enterrado vivo por engano? Sem desmerecer a obra, mas ouvi essa informação em retiro com um padre da Tradição. Segundo o padre, a Igreja depois suspendeu o processo de canozição, pois ao fazer a exumação foi constatado que o cadáver estava revirado. Acho essa informação importante para mostrar que ninguém está livre de nada. Obrigado e Salve Maria.

Bruno Luís Santana disse...

É praticamente um crime, uma blasfêmia que a um qualquer seja dada a oportunidade para tentar perverter o maravilhoso e profundo sentido da Imitação.
Daniel-Rops, em sua obra História da Igreja de Cristo, ao falar da mística no século XIV, faz uma análise muito certeira acerca da Imitação.
Segundo Rops, o período em que se insere a Imitação de Cristo - o da Devotio Moderna - foi o período em que esta tão sublime mística consumou a queda do velho edifício que fizera a glória da Idade Média, e de uma certa forma, preparou o divórcio entre a religião e a razão, que tanto viria afetar o mundo moderno.
Sim. Verdade seja dita: através da devotio moderna "a consciência fez imensos progressos na análise do coração, no conhecimento psicológico e na depuração dos sentimentos, só que o é em detrimento do trabalho intelectual, da curiosidade científica e da própria teologia. Rezar, chorar, meditar e implorar - eis o que conta, eis o que toca a infinita misericórdia divina; para que serve inquirir, aprender, estudar?"
A devotio moderna não é como a mística comunitária da Idade Média, onde a ação e a contemplação não seguiam para lados diferentes. O homem da devotio moderna, da Imitação de Cristo, é voltado para o interior... Mas como resistir a esta doce tentação? As doçuras do claustro... Daniel-Rops foi certeiro ao dizer que "mal abrimos esse pequeno livro, temos imediatamente a impressão, ao mesmo tempo dolorosa e exultante, de sermos totalmente conhecidos, compreendidos, penetrados até os últimos refolhos, e de não podermos nem querermos escapar à luz calma que a eterna Sabedoria lança a prumo sobre cada um de nós através dessas páginas (...) Tudo o que é do homem se encontra perscrutado e elucidado (...).

Kempis - que talvez seja um anônimo, o que seria mais coerente com um livro destes, tão cristocêntrico - merecia um comentador mais católico...

Manoel Carlos disse...

anghet vc é genial. seus textos são iluminados e nos fazem ver o verdadeiro.
abraços. Salve Maria!

Anônimo disse...

Prezado Angueth, adquiri há pouco tempo essa nova edição da Imitação e estava esperando que alguém se manifestasse sobre as asneiras que esse Faustino escreveu. Também comprei, da mesma coleção (na qual também incluíram Teilhard de Chardin, para estragar), "A Nuvem do Não Saber", obra do século XIII. Gostaria que o senhor, se fosse possível, também comentasse o texto introdutório, do beneditino alemão Anselm Grünn. Este autor é muito editado no Brasil e escreve coisas medonhas em seus livros. Na apresentação que escreveu para "A Nuvem", ele fez algumas interpretações que não correspondem muito ao pensamento do autor. Um abraço e que Deus o abençoe.

Antonio Emilio Angueth de Araujo disse...

Caro anônimo,

Obrigado pela dica. Vou comprar o livro e ler a introdução. Se me der urticária, faço um comentário.

Em JMJ.

Wendy A. Carvalho disse...

Angueth, Deus preparou O Outono da Idade Média, pra mim. Com certeza você orou. Deus abençoe!

tudo passa disse...

Caro Angueth
Felizmente tenho uma Imitação de Cristo,editora Ave Maria, de 1955.
Segundo livro que li e que guardo comigo até hoje.Foi luz para o meu espírito e força para a longa caminhada dos meus 73 anos.

Junior Ribeiro disse...

Da mesma serie de espiritualidade, acabei adquirindo o Tratado da Oração e Meditação de São Pedro de Alcantará, obra essa recomendada pelo caro Professor na palestra sobre a vida do Santo. Pelo menos a introduçao foi feita, em parte, pela filha querida deste santo sem igual, Santa Teresa. (Copiada de outra obra obrigatoria para qualquer católico mais voltado a espiritualidade, O Livro da Vida).

Bem, espera o que de alguém ligado ao chiqueiro humano chamado unisinos? Podia vim coisas erradas!

O irmão em outro comentário mencionou Teilhard de Chardin. Gostaria de saber, se possível, se ele é um herege e qual foi a heresia defendida por ele.

Fiquem na paz de Nosso Senhor Jesus, no amor de Maria Santissima!

Antônio Emílio Angueth de Araújo disse...

Caro Junior,
Salve Maria!

Chardin é um herege contumaz, Gnóstico e evolucionista. Para você ter uma ideia inicial, jogue no google; "teilhard de chardin" montfort. Leia os links que aparecem.

Ad Iesum per Mariam.