terça-feira, outubro 23, 2012

Discípulo do herege frei Cláudio desanca o blog. Blog responde.


Estou abismado, sem palavras para descrever como me sinto nesse momento. Tolos (sem querer ofender ninguém. Frei Claudio fala VERDADES, e vocês são seres de mentes fechadas e medievais, ele apenas que mostrar as verdades!Alem de elitistas que condenam alguém apenas pela visão politica. O Frei Claudio me motiva a continuar na Igreja de maneira que me mostra que ainda ha maneiras de nos libertarmos do que hoje [e a Igreja Catolica, quem conhece bem a historia dessa sabe o que eu estou falando. Mas o que eu vi hoje nesse blog me assusta. CHEGA DE VIVER EM UMA SOCIEDADE COnTROLADA PELA MEnTIRA! CHEGA DE PEnSAMEnTOS MEDIEVAIS! CHEGA DE MAnIPULACAO DE MEnTES! SIM A VERDADE E A LIBERDADE! esse é, depois da falta de valores e da apoteose do dinheiro, dos maiores problemas atuais da humanidade em meu ver


Foi um tal de Fernando que escreveu tal comentário ao post 50 Anos de Concilio Vaticano II. Frei Cláudio: Um herege em plena atividade. A reação irada do rapaz me lembra a de um discípulo de outro frei, frei Betto; um tal de Padre Gelson. Veja aqui o post e os comentários.

Todos sabemos que o Concílio Vaticano II tentou criar uma nova religião. É muito interessante observar como os adeptos dela reagem de maneira tão semelhante: tão irados e com tantas afirmações de que não desejam ofender ninguém. O Fernando além de tudo, mesmo sem saber escrever, ainda fala em maiúsculas, gosta de gritar. Grita só tolices, mas grita!

Frei Cláudio motiva Fernando a “continuar na Igreja”, mostrando-lhe “maneiras de nos libertarmos do que hoje é a Igreja Católica”. Que modo mais doce de confessar que eles fundaram uma nova religião! Sim, porque “quem conhece bem a história dessa [da Igreja Católica, a esposa de Cristo, a quem Jesus deu o Poder das Chaves!] sabe o que eu estou falando.” Eu sei do que você está falando, Fernando. Você está falando que você não gosta dela, não gosta da Inquisição, não gosta das Cruzadas, não gosta de Santo Tomás de Aquino e da Escolástica (Bem, aqui acho que exagerei. O Fernando não sabe o que é isto.), não gosta dos seus santos, das suas penitências, das suas orações, da Eucaristia, não gostaria de morrer por Cristo, não gosta da disciplina da vida de um católico comum. Você não quer nem pensar no Inferno; aliás, você e seu guru não acreditam “que um Deus tão bom!” vá criar um lugar tão horrível. Você gosta mesmo do prazer, da liberdade; daquela liberdade dos sentidos, das partes mais inferiores da alma, não a liberdade da razão, da vontade. Sei que Frei Cláudio lhe ensinou que Cristo teria dito: Eu sou o caminho (dos prazeres), a verdade (aquela que mais me apetece) e a vida (aquela que eu decido viver); tudo em letra minúscula, viu Fernando? Isto que é a superação do medievalismo; a superação pela via da concupiscência; que é a via do demônio. Sei que você não acredita nele; sei bem e vou lhe contar um segredo: ele, o demônio, adora que você não acredite nele; faz tudo para que não acredite.

Você fala que se preocupa com o pobre, mas gosta mesmo é do luxo; você é comunista, você é herege e, a menos que se converta, você vai para o Inferno (isto quem diz é a Igreja, esta cuja história você pensa que conhece!), um lugar especialmente reservado a quem não acredita nele.

Você se libertou tanto da Igreja, que caiu fora dela! Para entrar de novo, converta-se; não há saída!

3 comentários:

Luiz Fernando de Andrada Pacheco disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Pedro Felipe disse...

Fernando,

És hoje um exemplo vivo e escrito da imbecilidade de que a Idade Média, que para a Igreja significa ainda o maior fruto de Sabedoria com seus Doutores, Teólogos e filósofos, é um centro de obscuridade por falta de instrumentos de liberdade e filósofos/Teólogos modernos. É de se esperar essa atitude e argumentação do mundo, mas de um católico. Realmente, Nelson Rodrigues era bem mais Católico que Ti, ó Fernando. Pensamento medieval é a adequação e estupefação diante de Sábios como Santo Agostinho, Tomás de Aquino, Alberto Magno, Boaventura...Somos medievais mesmo. Vós classificais, ó Fernando, o pensamento medieval como fechado. Sim! Fechado para aquilo que não se abre para a Verdade Católica de Jesus cristo. Você mostra desconhecimento de obras dos filósofos já citados aqui. Vamos falar de mente aberta? Qual, a Vossa, ó Fernando? Sois à afirmação insensata de insensatez. Não percebestes, ó Fernando, que estás sendo fechado ao pensamento medieval ao nos Criticar? Teu mestre faz uma inversão moral e mostra ignorância ai especular sobre aquilo que deveria ser seu maior objeto de estudo, o evangelho e nós somos o posso de obscuridade? A Verdade não desfalece com o tempo, ó Fernando. Seja Antiga, Medieval ou Contemporânea a sociedade, à Verdade é imutável.

Fernando, Fernando! Aprendais que é fechando o pensamento para aquilo que se fecha e afasta Jesus que te abres à porta da salvação.

Anônimo disse...

Prezado Fernando,

Não te conheço, mas já fomos da mesma paróquia. Eu me afastei, com muita dor e sofrimento, mas tive que fazer isto. Consigo imaginar sua indignação, pois esta também seria a minha em tempos passados.

Apesar da sua raiva será que consegue analisar com calma suas palavras? – “Frei Cláudio fala verdades ...”. Neste mesmo blog há uma manifestação minha sobre as verdades do Frei escritas em um de seus livrinhos e, se puder, a cada afirmação do Frei Cláudio, faça a seguinte pergunta: esta é a verdade da Igreja? Tente responder com sinceridade e pureza de coração se o que ele diz representa o Magistério da Santa Igreja Católica. Adianto a resposta: não representa e sabe o motivo? Frei Cláudio representa a si mesmo e a uma ideologia. Você sabe a diferença entre religião e ideologia?

Frequentei a Igreja do Carmo desde a minha infância e demorei muito para perceber do que se tratava a ação dele e do Frei Gilvander naquela comunidade. Admirava tanto o Frei que várias vezes pensei que se um dia ele deixasse a Paróquia eu não conseguiria mais assistir outras celebrações. Ao mesmo tempo sabia que algo estava errado. A Igreja não é Una? Então o que era aquilo, uma seita com um pregador carismático?

Você escreveu o suficiente para deixar claro que além de não conhecer o Catolicismo não sabe nem onde esta pisando. Conhece a expressão “inocente útil”? A maioria dos fiéis da Igreja do Carmo é assim. O restante é do “partido”, é a turma da teoria crítica, da revolução cultural gramsciana disfarçada de fiel Católico. Os primeiros parecem envergonhar-se da Igreja, mas orgulhar-se da “Igreja do Frei Cláudio” o restante, bem, estes não sei, devem odiar tudo da Santa Igreja.

Você diz que “quem conhece bem a história dessa sabe o que estou falando”. Em primeiro lugar, sugiro que não subestime este Blog e a inteligência do seu administrador. Em segundo, que tente sair dos chavões criados para denegrir a Igreja e estude para saber a verdade. Você descobrirá que ser “medieval” só pode ser um elogio, tamanha a grandiosidade e luminosidade deste período da história que, por meio da ação da Igreja Católica, construiu esta civilização. Foi neste período que a Igreja desenvolveu o método científico e as leis da evidência, fundou o sistema universitário e se aprofundou na defesa da dignidade da pessoa humana, dentre outras coisas. Você descobrirá, ainda, que os crimes imputados à Igreja (e repetidas pelos seus inimigos, às vezes no púlpito da Igreja) são exageros. O melhor exemplo é a Inquisição. Segundo a publicação “L’inquisizione. Atti del Simpósio Internazionale” dos 125.000 processos, a Inquisição espanhola condenou 59 pessoas, na Itália foram 36 e em Portugal 4. Consulte as atas deste simpósio.

Volto a te perguntar: você sabe a diferença entre religião e ideologia? Quando descobrir saberá quem manipula mentes e o que significa a palavra liberdade. Por enquanto, você me parece um rapaz revoltado e cheio de equívocos e confusão na cabeça.

Pelo que conheço do administrador do Blog e das pessoas que dele participam, todos estarão rezando por você a partir de agora. Eu, pelo fato de ter conhecido Frei Cláudio, estou rezando por ele também.

Cristina.