domingo, junho 15, 2014

Glamourização da confusão, idealização da perversão e romantização da rebelião metafísica, estas são as armas do demônio.

Todo católico tem de ler com muita atenção este texto, de Jeffrey Nyquist, pois vai aprender muito sobre as operações do Príncipe deste mundo, inimigo de Nosso Senhor e Sua Mãe. Não deixem de ler e reler.

3 comentários:

Anônimo disse...

Não aguento mais teorias da conspiração. Não aguento mais ouvir falar em Nova Ordem Mundial, Escola de Frankfurt, Estratégia Gramsciana, etc. Qual o poder real de milionários de fraque e cartola, reunidos em hotéis 5 estrelas para decidirem o destino do planeta? Ou de membros de seitas secretas, vestindo túnicas e capuz cônico perfurado nos olhos e nariz? Por que os serviços de inteligência dos EUA não identificam NUNCA os milhares de agentes do serviço secreto russo (antiga KGB) infiltrados aqui no ocidente? Estarão só preocupados com revolucionários wasp’s, barbudinhos, loiros, de olhos azuis? Onde estão os serviços de inteligência europeus? Decadência cultural, perda da moral e da religiosidade? Culpa de intelectuais gramscianos infiltrados nas escolas, nas igrejas, mídia, e outras instituições? Mas e a NOSSA RESPONSABILIDADE? Por que deixamos que tudo isso acontecesse? Não seria mais culpa de nosso conformismo e espírito consumista/hedonista, que se difundiu POR TODO O PLANETA? A Igreja está sendo pervertida desde dentro? Por que deixamos? Vá em uma reunião da Torcida Organizada do Flamengo ou do Coríntias, e fale mal do time. Você será, literalmente picado e jogado na privada. Por que não fizemos o mesmo? “Ora, para que brigar? Vamos conversar! E além disso, hoje tem churrasco lá em casa.” Ou “Preciso cuidar dos detalhes de minha próxima viagem para a Disney...” - Robson di Cola

Antônio Emílio Angueth de Araújo disse...

Caro Robson, repondo aqui a seu comentário.

Unknown disse...

Texto interessantissimo! Destaco a parte em que o autor diferencia a maneira como a arte, e sobretudo o imaginario popular, via o Diabo. De bestial, repugnante e nocivo (com similaridades com o bode, talves uma referencia a Levitico 17 e S.Mateus 25) da Idade Media, a imagem ganha do Rei dos Anjos caidos na Idade Moderna em diante. Ganhou ares de belo jovem, forte e orgulhoso. Foi chamado pela literatura, principalmente pela romantica, de Dracula, Mefistofeles e, usupou de vez o titulo Lucifer, a luz da religiao e pensamento humanista neopagao. Hoje, nesses tempos modernos menos intelectuais, tem uma face mais vulgar, afemininada e facilmente acolhida. O proximo estagio, temo, eh da adoraçao de fato, pois na religiao do homem, o neopaganismo, o homem moderno e suas instituiçoes eh nada mais do que o idolo, a representaçao da imitaçao demoniaca!