domingo, abril 17, 2011

Obrigado, professor Angueth!

Nota do blog: Um leitor me envia o texto abaixo, com a seguinte nota prévia: 

Caro professor, venho por meio deste, lhe agradecer por ‘tudo’ que o senhor fez por mim. Como não tenho meios melhores de agradecer ao senhor, faço duas coisas: Rezo sempre pela sua alma e, agora, quero lhe escrever um texto de agradecimento. Ora, queria que o senhor publicasse em seu blog, não para nos elevar, mas para as almas saberem que quem anda pela luz da igreja terá bons frutos e jamais andará pela escuridão. Apenas peço ao senhor que me coloque como anônimo, pois não importa de quem é o texto, mas se ele fala à verdade. Faço isso, mais uma vez, não para nos elevar, mas para o bem das almas, pois ‘amo a Deus e a alma’ (Santo Agostinho, solilóquios). Que Nossa Senhora lhe guie sempre! Graduando em filosofia.

De minha parte, agradeço a Santa Catarina de Sena e a Nossa Senhora, Mãe de Deus, por este modesto blog poder ajudar alguns a se aproximarem da Santa Igreja de Cristo.  
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Nasci no seio de uma família católica que sempre me educou com maestria angelical e celestial! Desde pequeno tive uma educação Católica bem séria e cheia de alegria. Porém nunca tivemos condições de bancar uma escola particular, que era o desejo de minha mãe, pois que sabia que boa coisa em escola pública não ia encontrar. Ora, ingressei em uma escola pública do meu bairro, onde não se tinha uma educação, mas se via mais uma desordenação de caráter de alunos. Lembro-me que aqueles que tinham um comportamento errado não recebiam punições, mas sim, mais "bajulação" da professora. Lembro-me também que a minha primeira professora foi uma "Protestante". Ela criticava a Igreja Católica sempre, todas as aulas. Tratava Nossa querida Mãe, Nossa Senhora, como uma insignificante (que Deus a perdoe!); O papa como um homem que só queria riqueza e poder (Que Nossa Senhora a perdoe!), e toda a doutrina católica como doutrina de Satanás (Rezemos por sua alma!). Assim como o filho, quando criança, se deixa levar pela confiança que tem em sua mãe, assim o aluno, quando criança (e infelizmente, no Brasil, quando adulto também) confia de maneira "cega" em sua professora. Por isso concordava, em minha simples inocência, com as coisas que ela falava. Eis aí o grande mal que o protestantismo fez em minha vida. Iniciou-me numa caminhada para o ateísmo. 

Os tempos foram passando e da minha fé fui me afastando! No ensino médio encontrei um professor de Filosofia, ficamos muito amigos, que era católico. Que me mostrou o caminho de novo, e não só, me mostrou a crise na Igreja! Daí em diante, fui estudar os santos. Através dele "conheci" o professor Olavo de carvalho, Orlando Fedelli, etc. Comecei a estudar, a respirar a doutrina católica, ou seja, o amor de Deus. Além disso, resolvi me dedicar ao estudo da filosofia. Entrei na Universidade, no curso de filosofia, com uma expectativa muito grande. A universidade me fez mal, pois me tornei novamente como aquela criança que confia no mestre. Lá não amadureci intelectualmente, retrocedi. Ali se respirava: ateísmo, comunismo, agnosticismo, liberalismo, abortismo, ódio a Nosso Senhor Jesus Cristo et carterva. Deixei-me levar pelas opiniões de certos professores. Estava, mais uma vez, caminhando para o ateísmo. Até que, através deste meu professor e amigo, conheci o seu blog, mais ainda, conheci Chesterton. Comecei a ler seus artigos e suas traduções sobre Chesterton. Daí, percebi o buraco em que tinha caído, mas também como poderia sair dele. Chesterton com certeza está no céu! Vi nele uma total confiança em Deus. Era um homem, se você perceber, através de seus escritos, sua personalidade; ele vivia em uma tranqüila confiança e certeza. Mostrava sua total confiança na Santa Igreja e, por isso, em Deus. Oh! Ensinou-me a viver, podemos assim dizer. Também conheço Lewis. Que me ensinou a simplicidade do Cristianismo. Tolkien, também! 

Recentemente, estava lendo um livro, Jesus e os Filósofos, que me fez ter algumas dúvidas  em relação a subordinação da razão a Deus! Não entendi muito, mas com a ajuda do professor Angueth, dei a Deus o que tinha de mais precioso e que mais valorizava: a razão que Ele mesmo me deu. E ainda segui o conselho do professor em estudar Santo Tomás, que me faz um grande bem! Hoje entendo a minha fé, mas procuro praticá-la! E agradeço, também, o senhor por isso! 

Caro professor, essas palavras podem não ter tanta importância pra certas pessoas, mas têm sim para Deus! Não porque são minhas, muito longe disso, mas porque por causa de "seus" esforços o céu um dia pode fazer festa! 

Sem mais palavras! 
Salve Maria!

Um comentário:

alexandre disse...

Esse é o mal do protestantismo
Fazer as pessoas descambarem para o ateismo
Hj soube por um colega protestante, que ele, em visita a uma "catedral evangelica" ficou admirado como se vendiam coisas durante o culto. biblia por tanto, texto por tanto, um verdadeiro shopping
Com certeza esse caminho o levara ao ateismo, por ficar cansado de encontrar gente sem fe